
Aprenda o que é Neuroengenharia, como funcionam as interfaces cérebro-máquina e o futuro da neuroreabilitação em uma masterclass essencial para quem busca inovação na área de saúde e tecnologia.
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Essa é a essência da Neuroengenharia, uma disciplina que está redefinindo o que significa reabilitação e assistência tecnológica.
O conceito de interface homem-máquina transcende a ficção científica.
Captar sinais cerebrais, musculares e nervosos para devolver movimento, sensibilidade e autonomia é hoje uma realidade impulsionada por pesquisas como as de Edgar Morya.
Nesta masterclass gratuita e exclusiva, o Dr. Morya desvenda o hibridismo e a Neurofisiologia por trás das tecnologias que estão gerando impacto social real.
Você verá como pesquisas de laboratório se transformam em soluções concretas, alinhadas à visão de Saúde 5.0.
- O que é e como a neuroengenharia brasileira está se destacando internacionalmente;
- A diferença entre interfaces invasivas e não invasivas e seus tipos;
- Exemplos de sucesso na Neuroreabilitação de lesões medulares e a importância do feedback contínuo;
- Os fundamentos científicos essenciais para construir tecnologias que consideram o ser humano como um todo e muito mais.
Acesse agora mesmo ao webinar e explore o cruzamento de caminhos entre a ciência e a aplicação tecnológica que está mudando vidas.
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Perguntas frequentes:
O que é Neuroengenharia?
Ela aplica princípios e métodos de engenharia para estudar, entender, reparar ou aumentar as funções do sistema nervoso humano, seja ele central ou periférico.
Diferente da pesquisa básica, o foco principal é a aplicação prática, que tira o conhecimento do laboratório para gerar impacto social real. Isso é feito por meio do desenvolvimento de tecnologias assistivas e de sistemas de comunicação neural.
Esse campo exige uma base sólida em neurofisiologia, uma vez que o engenheiro precisa interpretar corretamente os sinais biológicos do cérebro, nervos e músculos para construir dispositivos eficazes.
É a Neuroengenharia que está, por exemplo, por trás dos dispositivos que detectam e decodificam a intenção de movimento, o que a torna essencial para o avanço da reabilitação e para a criação de soluções para pessoas com deficiência.
O que significa interface cérebro-máquina e como é o processo de decodificação de sinais?
O termo significa que os sinais elétricos do sistema nervoso são captados — seja de forma invasiva, com eletrodos implantados, ou não invasiva, por EEG — e, em seguida, decodificados por algoritmos.
Essa decodificação traduz a atividade neural que reflete uma intenção em um comando digital que a máquina pode executar.
Essa tecnologia é vital para o restauro de autonomia.
Isso porque ela permite que um usuário com lesão medular mova um cursor na tela, controle uma prótese ou acione um exoesqueleto apenas pelo pensamento.
Existem também as interfaces híbridas que combinam sinais do cérebro com outros sinais corporais, como eletromiografia, para garantir maior precisão e eficiência.
O domínio da neurociência e engenharia é o que permite construir esses sistemas de tradução de sinais neurais em comandos tecnológicos.
Como a Neuroreabilitação se beneficia das Interfaces Cérebro-Máquina?
A principal diferença é que o paciente se torna um agente ativo no processo de recuperação.
As ICMs potencializam a neuroplasticidade, que é a capacidade do cérebro de se reorganizar, ao criar um feedback contínuo entre o cérebro e o dispositivo.
O paciente pensa no movimento, o dispositivo — como um exoesqueleto — executa e o feedback sensorial reforça as conexões neurais corretas.
Essa abordagem tem apresentado sucessos surpreendentes, como a recuperação parcial e inesperada de sensibilidade e controle de musculatura, como bexiga e intestino, em pacientes com lesão medular completa após o treino com essas interfaces.
A utilização das ICMs na Neuroreabilitação, portanto, não se resume a ferramentas assistivas, mas são ferramentas de treinamento neuronal que transformam a perspectiva e o resultado do processo de recuperação.
O seu funcionamento eficaz depende do estudo aprofundado da neurofisiologia.
Qual é o papel da Neuroengenharia na visão de futuro da Saúde 5.0?
O papel da Neuroengenharia é fundamental nesse contexto, pois as Interfaces Homem-Máquina são a materialização dessa personalização, pois oferecem soluções customizadas para um número crescente de pessoas — especialmente idosos e indivíduos com doenças neurodegenerativas.
A Neuroengenharia deve pensar além da função motora e abordar aspectos sensoriais, cognitivos e sociais.
Ao desenvolver equipamentos modernos e minimamente invasivos, ela alivia a sobrecarga do sistema de saúde e permite que políticas públicas sejam preparadas com base em tecnologias de ponta para antecipar problemas e promover o bem-estar social, cumprindo assim a promessa de uma Saúde 5.0 centrada no ser humano.
Onde é possível aprofundar os estudos sobre Interfaces Humano-Máquina no Brasil?
Essa disciplina faz parte do currículo de diversos cursos da instituição e foca justamente em um entendimento aprofundado da neurofisiologia e da aplicação das tecnologias híbridas.
A disciplina explora desde os fundamentos científicos que embasam as interfaces mais eficientes até o impacto social e a ética envolvida no desenvolvimento de tecnologias que conectam o cérebro e o dispositivo.
É o caminho ideal para profissionais da saúde e engenharia que buscam uma formação sólida e que desejam aplicar o conhecimento para restaurar ou melhorar funções motoras, sensoriais ou cognitivas, contribuindo ativamente para os avanços da Neuroreabilitação e da Saúde 5.0 no país.
