

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit
Acompanhe
A ginasta Simone Biles surpreendeu o mundo esta semana ao não disputar as provas em equipe nem as individuais da ginástica artística nas Olimpíadas de Tóquio. O motivo? Cuidar da saúde mental.
“Tenho que colocar minha saúde mental como prioridade. Não vejo problema em desistir de grandes competições para focar em você porque mostra força como competidora e como pessoa”, disse a atleta em entrevista coletiva na terça (27).
✉️ Receba uma seleção semanal de artigos sobre saúde mental e carreira . Preencha o formulário abaixo e inscreva-se na News da Pós.
Simone Biles é considerada a melhor ginasta do mundo atualmente, com 25 medalhas em mundiais. Tantas conquistas vieram acompanhadas por uma grande pressão psicológica, que prejudicou o desempenho da ginasta.
E Biles não é a única a enfrentar questões de saúde mental no meio esportivo. A decisão dela recebeu o apoio de colegas da ginástica e atletas de outras modalidades, que também revelaram sofrer do mesmo problema.
Conheça 4 esportistas que falaram, durante as Olimpíadas de Tóquio, sobre como a pressão por ter uma alta performance afetou a saúde mental:
A pressão psicológica é definida pela Psicologia como uma ação, sempre realizada por uma pessoa sobre outra, que causa dor emocional e descrença em si mesmo.
Conseguimos dimensionar a pressão psicológica pela qual passa Simone Biles e demais atletas profissionais ao imaginarmos a rotina puxada de treinos. Geralmente, um esportista de alta performance começa a treinar desde a infância. Ele precisa seguir uma série de regras rígidas, além de ter que lidar com cobranças internas e externas.
As cobranças externas tem diferentes fontes. Podem vir da família, do treinador, da mídia e até do próprio público que acompanha as provas esportivas. O mundo de superexposição em que vivemos hoje, mediado pelas redes sociais, agrava os efeitos da pressão psicológica.
A pressão psicológica pode levar a quadros de ansiedade e depressão não apenas em atletas, mas em pessoas que vivem nos mais diferentes contextos. A Organização Mundial da Saúde (OMS), aliás, prevê que a depressão será a doença mais comum do mundo até 2030.
Os prejuízos à saúde mental são uma consequência da sociedade do desempenho em que vivemos, como explica o psiquiatra e professor da Pós PUCPR Digital Jairo Bouer neste post. As pessoas frequentemente são cobradas a cumprir expectativas de performance, produtividade e aparência, no âmbito pessoal e profissional.
Para lidar com tudo isso, é necessário desenvolver equilíbrio emocional e resiliência. Eles são particularmente importantes para os atletas lidarem com o sentimento de frustração decorrente de derrotas nas competições.
Cuidar da saúde mental é, antes de tudo, um exercício de autoconhecimento. É preciso perceber quando há uma autocobrança excessiva e, principalmente, saber reconhecer os próprios limites.
Por okleina
Gostou deste conteúdo? Deixe seu comentário abaixo ou compartilhe com seus amigos!
Assine a News da Pós para ficar por dentro das novidades
Receba conteúdos sobre:
Formulário enviado com sucesso!