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Wearables, na tradução para o português, significa “vestível”. Colocada no contexto da tecnologia, a palavra remete a algo cada vez mais comum: os dispositivos vestíveis, como smartwatches, pulseiras inteligentes, anéis de monitoramento e óculos inteligentes.
Eles têm revolucionado a forma como monitoramos nossa saúde e bem-estar. Esses dispositivos inteligentes permitem o acompanhamento contínuo de dados fisiológicos e oferecem suporte ao diagnóstico e tratamento de diversas condições médicas.
No curso de Inteligência Artificial na Saúde: Eficiência, Soluções e Ética da Pós PUCPR Digital, há uma disciplina específica dedicada ao estudo dessa tecnologia, intitulada Automação e Monitoramento Remoto com IoT e Wearables.
O objetivo dessa formação é capacitar profissionais da saúde e gestores do setor a entenderem e aplicarem o potencial dessas soluções para melhorar a experiência do paciente e otimizar a tomada de decisões clínicas.
A seguir, você vai ver uma prévia do que vai aprender no curso. Boa leitura!
Os wearables já estão presentes no cotidiano de milhões de pessoas, promovendo uma transformação significativa na forma como as pessoas acompanham sua saúde.
Mas como eles podem ser utilizados?
Se antes era preciso ter dispositivos diferentes para cada análise, agora um só dispositivo consegue reunir e, principalmente, monitorar esses dados.
Esse é o grande diferencial desse mercado: o monitoramento em tempo real de dados fisiológicos pode aprimorar cada vez mais os tratamentos de saúde.
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A implementação dos wearables no setor da saúde pode trazer vantagens em diversos aspectos, tanto para pacientes quanto para profissionais e gestores.
Um estudo feito com a parceria do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor) e da Samsung mostrou que o monitoramento do sono, a frequência cardíaca e o eletrocardiograma feitos pelos dispositivos da marca traziam dados muito próximos aos padrões de referência.
Com isso, uma nova pesquisa agora acompanha pacientes cardiopatas que utilizam esses dispositivos, para entender o quão os dados podem ser úteis para o setor, como um todo.
Em outras palavras, a confiabilidade dos dados já é e se tornará cada vez mais alta. Com isso, o potencial de uso dessas tecnologias também cresce.
Entre os principais benefícios, destacam-se:
Diferentemente de exames clínicos pontuais, os wearables permitem a coleta de dados ao longo do tempo, proporcionando uma visão mais completa e detalhada da saúde do usuário.
Com o registro desses dados, os profissionais de saúde conseguem ter uma visão mais ampla de como o paciente está. Pensando como gestor, ter protocolos bem estabelecidos de como deve ser feito o uso dos dados e seu armazenamento é essencial.
A análise contínua de parâmetros vitais ajuda na identificação antecipada de problemas de saúde, permitindo intervenções precoces e reduzindo complicações futuras.
Considerando a filosofia da prevenção na saúde, os wearables vêm para ajudar: o paciente consegue ter acesso e monitorar diferentes dados, compartilhá-los em consultas (caso queira) e, até mesmo, se interessar mais pelo cuidado com a saúde.
Com acesso a informações detalhadas sobre seu estado de saúde, os usuários podem adotar hábitos mais saudáveis e acompanhar sua evolução sem depender exclusivamente de consultas médicas.
Esse impacto, por si só, pode mudar a maneira como a saúde é enxergada, pelo menos em alguns conjuntos de pessoas.
Uma opção que vem sendo cada vez mais estudada é a integração dos wearables com sistemas hospitalares. isso pode permitir, no futuro, que médicos e enfermeiros tenham acesso rápido às informações dos pacientes, otimizando a tomada de decisões.
Esse é um uso muito interessante em momentos como pós-operatório, internações e momentos que exigem um monitoramento mais próximo e constante, em âmbito hospitalar. Gestores de saúde precisam ficar atentos a essas novidades, para entender as aplicações.
Apesar dos inúmeros benefícios, a adoção de wearables no setor da saúde ainda enfrenta desafios que precisam ser superados para garantir uma implementação eficaz e segura.
Um dos principais desafios está na privacidade e segurança dos dados, já que esses dispositivos coletam informações sensíveis sobre a saúde dos usuários. Além disso, a precisão e confiabilidade das medições realizadas pelos wearables representam outra preocupação.
Nem todos os dispositivos possuem certificação médica, o que pode comprometer a qualidade das informações coletadas. A validação científica dessas tecnologias é fundamental para evitar diagnósticos incorretos e garantir que as medições sejam de fato úteis para profissionais de saúde e pacientes.
A integração dos wearables com os sistemas de saúde é outro fator ainda problemático: os dados coletados por esses dispositivos precisam ser compatíveis com prontuários eletrônicos e sistemas de gestão hospitalar, permitindo que médicos e profissionais de saúde interpretem as informações de maneira eficiente.
Por fim, a regulamentação e padronização dos dispositivos ainda são desafios a serem enfrentados – hoje e no futuro.
De toda forma, os wearables representam um avanço significativo na maneira como a saúde é vista tanto pelos profissionais quanto pelos pacientes.
O curso de Inteligência Artificial na Saúde: Eficiência, Soluções e Ética da Pós PUCPR Digital reconhece a importância dessa revolução tecnológica e oferece uma disciplina específica, Automação e Monitoramento Remoto com IoT e Wearables, para capacitar profissionais a utilizarem essas ferramentas de maneira estratégica.
Faça parte do futuro da saúde: faça sua matrícula na Pós PUCPR Digital!
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