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Novo curso da Pós PUCPR Digital ajuda a lidar com os desafios da mulher moderna

Olivia Baldissera • 13 de março de 2025

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Acompanhe

    Barreiras para alcançar cargos de liderança, etarismo, estereótipos de gênero, sobrecarga, pressão estética... 


    Esses são alguns dos desafios enfrentados pela mulher moderna, que busca crescimento e realização ao mesmo tempo em que precisa equilibrar carreira, família e autocuidado. 


    Para lidar com eles, é preciso estratégia. Por isso a Pós PUCPR Digital criou o curso Jornada da Mulher: Estratégias para Realização e Crescimento

    A group of women are standing next to each other and smiling.

    Feita por e para mulheres, a pós-graduação traz reflexões fundamentais para entender os fatores históricos, culturais e sociais que originam esses desafios. Também serão apresentadas ferramentas para potencializar o equilíbrio, bem-estar emocional e crescimento profissional.   


    As aulas serão ministradas por grandes nomes, como: 

    • Djamila Ribeiro, mestre em Filosofia Política e nomeada pela BBC como uma das 100 mulheres mais influentes do mundo. É autora de "Lugar de fala" (2017), "Quem tem medo do Feminismo Negro?" (2018), "Pequeno manual antirracista" (2019) e "Cartas para minha avó" (2021), que já venderam mais de 1 milhão de exemplares. 
    • Elisama Santos, escritora, psicanalista e educadora parental. É apresentadora do programa “Sac das Emoções” do GNT e do Podcast “Vai passar”, exclusivo do Spotify. 
    • Shauna Shapiro, psicóloga referência internacional em mindfulness e compaixão. 
    • Regina Navarro Lins, psicanalista e autora de 13 livros sobre relacionamentos amorosos, entre eles o best-seller “A Cama na Varanda”. 
    • Paula Sibilia, antropóloga e professora universitária. Estuda diversos temas culturais contemporâneos sob a perspectiva genealógica, contemplando particularmente as relações entre corpos, subjetividades, tecnologias e manifestações midiáticas ou artísticas. 
    • Aline Castro, jornalista, professora de saúde emocional e cofundadora do Congresso Internacional de Felicidade. Desenvolvedora de programas de liderança em algumas das principais organizações do país.

    Alguns dos desafios que elas e outras professoras vão abordar no curso Jornada da Mulher: Estratégias para Realização e Crescimento são: 

    Barreiras para alcançar cargos de liderança

    Apenas 35% dos cargos de alta liderança nas empresas são ocupados por mulheres, segundo levantamento da consultoria Diversitera


    Culturalmente, estereótipos de gênero associam a liderança a características como autoridade e objetividade, vistas como masculinas, enquanto atributos como empatia e sensibilidade, considerados femininos, são subvalorizados. 


    Há ainda um certo “coleguismo” entre os homens, que criam vínculos mais fortes entre si por frequentarem espaços em que as mulheres não são convidadas – como partidas de futebol com colegas de trabalho. Pela relação mais próxima, o nome de um homem geralmente é o primeiro a ser lembrado pela liderança (que na maioria das vezes também é um homem) quando surge uma promoção de cargo. 


    Isso gera vieses inconscientes que reduzem as chances de mulheres serem promovidas a posições de liderança, mesmo quando possuem qualificações equivalentes e até superior às dos homens. 


    O curso vai trazer uma análise desse contexto, além de fornecer ferramentas práticas para que as mulheres liderem equipes de forma transformadora e inspiradora. 

    Etarismo no mercado de trabalho

    O etarismo, ou discriminação baseada na idade, atinge pessoas de todos os gêneros, mas é ainda mais cruel com as mulheres. 


    Seus corpos, habilidades e capacidade de adaptação são ainda mais julgados. Há uma falsa correlação entre envelhecimento feminino e eficiência, o que acaba excluindo mulheres de oportunidades no mercado de trabalho. 


    Isso se reflete em um padrão comum nas empresas: pouca contratação ou promoção de mulheres acima dos 40 anos de idade. E, quando há pessoas mais velhas contratadas, elas são remanejadas para atividades ou cargos menos valorizados. 


    Nas aulas do curso, serão feitas reflexões sobre como o preconceito etário afeta as oportunidades de emprego, a ascensão na carreira e o reconhecimento das mulheres em diferentes etapas da vida. 

    Expectativas sobre papéis de gênero 

    As expectativas sociais em relação aos papéis de gênero são construções culturais que atribuem às mulheres funções específicas, como cuidar do lar e da família e manter uma aparência física dentro de padrões estabelecidos


    Essas expectativas prejudicam não só a ascensão profissional feminina, mas sua saúde como um todo. Também impedem que mais mulheres sejam incentivadas a ocupar cargos de liderança. 


    Uma metáfora usada para descrever o prejuízo que os papéis de gênero trazem para as carreiras das mulheres é o do “céu de chumbo”


    Ele é a soma de todas as discriminações sofridas pelas mulheres, no âmbito material e simbólico, que, com o passar do tempo, aumentam a diferença de salários e de cargos em relação aos homens. 


    Quem vai se aprofundar sobre as questões de gênero no curso é a psicanalista Regina Navarro Lins, abordando as determinações históricas e culturais da construção identitária feminina. 

    Sobrecarga de tarefas

    86% das brasileiras consideram ter uma carga muito alta de responsabilidades, o que impacta diretamente na sua saúde mental. Essa é uma das conclusões da pesquisa “Esgotadas” da ONG Think Olga, feita em 2023. 


    Um dos principais motivos da sobrecarga é a atribuição predominante de tarefas domésticas e de cuidado às mulheres. Muitas têm jornadas duplas e até triplas, o que gera um desgaste físico e emocional. 


    A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2022 ilustra essa questão. Enquanto as mulheres dedicam 21,4 horas da semana, em média, para tarefas domésticas e do cuidado, os homens usam apenas 11 horas. 


    Diante desse cenário, o curso vai explorar as múltiplas dimensões da sobrecarga mental feminina, analisando causas, consequências e estratégias de enfrentamento. 

    Pressão estética 

    A pressão estética refere-se às expectativas e influências sociais que incentivam indivíduos a se conformarem a padrões específicos de beleza. 


    Esses padrões, frequentemente promovidos pela mídia e reforçados por interações sociais, estabelecem critérios sobre como uma pessoa "deve" aparentar para ser considerada atraente ou adequada na sociedade. 


    As mulheres são quem mais sentem essa pressão: 26% das entrevistadas na pesquisa da ONG Think Olga declararam que os padrões de beleza prejudicam a saúde mental. 


    A pressão estética é o tema de uma das disciplinas do curso, que vai promover uma reflexão sobre os padrões estéticos e sociais que influenciam a construção da identidade feminina e a busca pela autenticidade. 


    Se interessou pelas temáticas? Esperamos vê-la por aqui, como estudante da Pós PUCPR Digital! 


    *Conteúdo produzido com a ajuda de IA 

    Por Olivia Baldissera

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